19 de fevereiro: dia nacional de luta contra a Reforma da Previdência!

Fortalecer jornada de luta e preparar o 19 de fevereiro contra a Reforma da Previdência

05/02/18 - CSP-Conlutas - Central Sindical e Popular

Dezenove de fevereiro será um Dia Nacional de Paralisações contra a Reforma da Previdência. Desde essa semana começou uma jornada de protestos em aeroportos, nas bases dos parlamentares, assembleias em locais de trabalho, plenárias regionais e estaduais, panfletagens e aumento da pressão no Congresso Nacional.

A jornada de luta conta com todo o apoio da CSP-Conlutas, apesar de a Central não ter sido convidada para a reunião entre as Centrais Sindicais CUT, Força Sindical, CSB, CTB, Nova Central, UGT e Intersindical que reafirmou iniciativas que já haviam sido discutidas em dezembro passado. 

A CSP-Conlutas defende que mais do que um dia nacional de luta é preciso construir uma nova Greve Geral no país, única forma de derrotar de vez os ataques do governo. Mas, desde já, colocaremos todas as nossas forças para garantir a unidade e realizar a jornada de luta um grande dia nacional de mobilizações no próximo dia 19/2.

 

É hora de unidade para derrotar a Previdência 

“Se colocar para votar, o Brasil vai parar”. Este é o lema definido unitariamente por todas as centrais brasileiras no final do ano passado e é essa tarefa que precisamos garantir para enterrar de vez essa Reforma da Previdência que representa o fim do direito à aposentadoria no país.

Apesar de estar jogando sujo para aprovar essa reforma, comprando o voto de deputados e o apoio dos meios de comunicação para enganar a população, o próprio governo Temer avalia que ainda não tem os votos necessários para aprovar a medida na Câmara. Portanto, aumentar a pressão e a mobilização neste momento pode inviabilizar de vez essa votação.

 

Organizar as bases, rumo à Greve Geral

Orientamos que todos os sindicatos, movimentos e entidades filiadas devem organizar, nos estados e regiões, plenárias, seminários e reuniões, com todas as organizações e ativistas que estejam dispostos a lutar, para preparar as mobilizações do dia 19.

A orientação é que sejam realizadas assembleias e panfletagens junto aos trabalhadores, para preparar a mobilização contra a reforma a partir das bases.

Essa semana, quando os parlamentares voltam a Brasília após o recesso e já pretendem, inclusive, ler o relatório da Reforma da Previdência, dando início à tramitação do texto para votação na Câmara, atos estão acontecendo em aeroportos e nas bases dos deputados. 

A CSP-Conlutas participou da reunião ampliada marcada pelo Fonasefe (Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais), nos dias 3 e 4, em Brasília, que discutiu a incorporação na luta contra os ataques do governo e a Reforma da Previdência.

Fonte: <http://cspconlutas.org.br/2018/02/fortalecer-jornada-de-luta-e-preparar-o-19-de-fevereiro-contra-a-reforma-da-previdencia-acesse-os-materiais-da-campanha>

 

 

GOVERNO TEMER: UMA PONTE DE ABSURDOS CONTRA A LEGISLAÇÃO SOCIAL E O FUTURO DOS TRABALHADORES

Acerca dos retrocessos, sobretudo trabalhistas, estudos realizados pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), em diversas notas técnicas e na carta em defesa dos direitos sociais, apontam que;

“ as mudanças na legislação trabalhista propostas pelo Governo Federal são inconstitucionais. As alterações contrariam a Constituição Federal e as convenções internacionais firmadas pelo Brasil, geram insegurança jurídica, têm impacto negativo na geração de empregos e fragilizam o mercado interno. O levantamento alerta ainda para consequências nocivas das medidas, como a possibilidade de contratação sem concurso público, a maior permissividade a casos de corrupção e a falta de responsabilização das empresas em caso de acidentes de trabalho, por exemplo.”

Notícia do portal da Procuradoria Geral do Trabalho, de 24/01/2017.

30 de junho: Manifestantes protestam pelo fim das reformas de Temer e pela saída do presidente do cargo

Abaixo as Reformas! Fora Temer!
Foto: Jorge Ferreira (Mídia Ninja).

As malfadadas “reformas” pretendidas por Temer, o governante da ponte do futuro incerto, enfrentam o questionamento dos trabalhadores, os quais se posicionam contra a retirada de direitos trabalhistas e previdenciários, encontraram também a resistência de entidades da sociedade civil e de âmbito internacional, as quais, tendo ciência dos absurdos retrocessos impostos contra o povo brasileiro, manifestaram­-se realizando atos, notas técnicas, mensagens abertas e clamor para que a Constituição Federal de 1988 seja respeitada por parte das autoridades governamentais.

Entidades da sociedade civil, tais como CNBB, OAB, ANPT, Anamatra, FONASEFE, ANFIP, DIEESE, Auditoria Cidadã da Dívida Pública e outras entidades, bem como as Centrais Sindicais e federações de trabalhadores, mediante diferentes e complementares análises, vieram a público externar sua preocupação com os rumos do país, que degenera aceleradamente num ambiente misto de queda de patamar jurídico, com reformas que retiram direitos, em um contexto de crise da democracia e da perda de toda e qualquer legitimidade do governo Temer, que afunda rapidamente em denúncias de corrupção, a ponto de a Procuradoria Geral da República (PGR) ter apresentado denúncia, contra o ocupante do cargo de Presidente, ao STF.

Diante de tal cenário, só nos resta atuar contra as reformas da Previdência e Trabalhista! #ForaTemer e corruptos!

Contra as reformas da Previdência e Trabalhista: Greve Geral, Já! Fora Temer e todos os corruptos do Congresso