Assédio sexual no trabalho: guarde as provas, não se cale, denuncie!

Banner 'Assédio Sexual'. Fonte: Ministério Público do Trabalho <http://portal.mpt.mp.br>

Imagem por Ministério Público do Trabalho / Procuradoria-Geral do Trabalho

 

Campanha do MPT com a OIT visa conscientizar trabalhadoras, trabalhadores, empresas e instituições a respeito da prática

Qual a diferença entre paquera e assédio sexual? O que é assédio sexual e quais suas caraterísticas? O que pode acontecer com quem comete esse tipo de atitude? Como prevenir, denunciar e provar? E de que forma o Ministério Público do Trabalho atua?

As respostas estão nos seis vídeos da campanha do Ministério Público do Trabalho (MPT) em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), que culminam com o alerta: “guarde as provas, não se cale, denuncie”!

Os vídeos foram realizados para dar vida à cartilha "Assédio Sexual no Trabalho - Perguntas e Respostas", que traz orientações sobre assédio sexual no ambiente de trabalho e informações detalhadas sobre como identificar e denunciar a conduta, além de explicar as responsabilidades e consequências para trabalhadores (as) e empregadores nessas situações.

Vídeos

Você sabe o que é assédio sexual no ambiente de trabalho?

 

Você sabe qual é a diferença entre paquera e assédio sexual no ambiente de trabalho?

 

Como comprovar que o crime ocorreu?

 

O que pode acontecer com quem comete assédio sexual no ambiente de trabalho?

 

Cartilha

Produzida em parceria pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), esta cartilha traz com orientações sobre assédio sexual no ambiente de trabalho. Organizada em formato de perguntas e respostas, a publicação traz informações detalhadas sobre como identificar e denunciar o assédio sexual no trabalho, além de explicar as responsabilidades e consequências para trabalhadores(as) e empregadores nessas situações.

Confira alguns trechos (grifos adicionados):

"As violências contra a mulher em seu trabalho, como o assédio sexual, atingem a quantidade e a qualidade de seu trabalho, abalam sua saúde, em prejuízo do empregador e da sociedade brasileira hoje composta com metade da população do sexo feminino.

[...]

A ação contra o assédio sexual não é uma luta de mulheres contra homens. Ela é uma luta de todos, independentemente do gênero, que desejam um ambiente de trabalho saudável, seguro e inclusivo.

Derrotar a prática do assédio sexual no trabalho é parte integrante da conquista da plena igualdade de direitos e oportunidades entre homens e mulheres.

É preciso, dentro desse contexto, empoderar as mulheres para que rompam o silêncio e denunciem esta prática abusiva.

A COORDIGUALDADE elaborou esta cartilha com o intuito de esclarecer o (a) trabalhador (a) e os (as) empregadores (as), órgãos de proteção e defesa dos direitos coletivos e trabalhistas, bem como apoiar os Membros do MPT em sua atuação, por meio de conceitos sucintos e exemplos relacionados ao tema do assédio sexual.

Boa leitura!"

Na íntegra:

Cartilha "Assédio Sexual no Trabalho - Perguntas e Respostas"